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Petrobras recebe propostas para integrar plataformas

A Petrobras vai receber as propostas para a montagem dos módulos e a integração das oito plataformas de produção, armazenagem e transferência (FPSOs) que serão instaladas no pré-sal e montadas no Brasil com alto índice de nacionalização. O custo estimado pelo mercado no ano passado para o total da encomenda varia entre US$ 5 bilhões e US$ 7 bilhões. A compra é de cerca de 80 módulos mais a respectiva integração. Os oito cascos já estão sendo construídos em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, no dique seco da Ecovix, braço da Engevix Engenharia para construção oceânica. O custo de construção dessas unidades é de US$ 3,46 bilhões, segundo informou ao mercado a Galp Energia, uma das sócias da Petrobras, que tem ainda a BG e a Repsol como sócias nas áreas onde as plataformas serão instaladas. Para construir as oito plataformas, a Petrobras dividiu a licitação em partes. Primeiro licitou os cascos, já contratados, e depois colocou em licitação quatro pacotes de módulos e três integradores. É para as duas últimas partes que as propostas serão entregues. Os módulos poderão ser integrados em um canteiro de obras, e não é necessário um estaleiro. Os participantes da licitação, que serão conhecidos amanhã, deverão comprovar o direito do uso da área onde serão construídos os módulos, assim como apresentar as devidas licenças ambientais para o local. Uma fonte qualificada da Petrobras explicou que o vencedor não será conhecido no mesmo dia. A estatal se reserva o direito de negociar uma nova redução entre os vencedores dos pacotes de módulos e integração que apresentarem o menor preço entre os participantes. Isso porque a companhia não divulga qual o orçamento que dispõe para cada uma das unidades. A entrega das propostas estava marcada para janeiro e foi adiada por 15 dias a pedido dos próprios participantes. Depois de construídas as plataformas serão instaladas nos campos encontrados nos blocos BM-S-11 e BM-S-9 (Lula, Lula Nordeste, Cernambi, Guará e Carioca são alguns deles). Cada plataforma terá capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás. Depois de instaladas e quando estiverem operando com capacidade máximas, em meados dessa década, elas vão adicionar cerca de 900 mil barris à produção nacional de petróleo. A FPSOs são chamadas de "replicantes" na Petrobras porque tiveram seus projetos simplificados e equipamentos padronizados pela área de engenharia. Elas receberam os números P-66 a P-73, e os cascos têm prazos variados para construção. No caso da P-66, a primeira delas, o prazo é de três anos a partir do contrato, assinado em novembro de 2010. A última cinco anos e sete meses depois da assinatura do contrato. Fonte: Valor Econômico

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